(...)"Eu vim aqui profetizar Que a liberdade é toda ou nada E que na arte nada está Quando a arte é condenada Aos poucos que podem escutar Menos ainda podem escrever Também aos poucos que, ao cantar, Pensam que a paz irão trazer Crendo na paz que fora está Ou que apenas é no íntimo Sendo, num lado, mercadejar E, por um outro, a paz do limbo Pois que a paz que a arte dá, Se for de todos sem distinção É poesia e fruto partilhar É paz com canto, verdade e pão. (...)
Profecia para uma Arte Livre e para Todos Parte II - Autor: Francisco Josivan
Coras Coralinas
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Decoras Coras Coralinas Enfeitas Feitas De cor De coral De corar coração
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Canção em Homenagem a Poetisa Cora Coralina
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Rede GRUMIN de mulheres Indígenas -http://blog.elianepotiguara.org.br/campanha-grumin-nao-destrua-a-vida-de-uma-mulher-indigena/
Articulação no Semi-Árido Brasileiro
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Apoiamos a Construção de Cisternas no Semi-Árido Brasileiro-Levar Água c/ Responsabilidade Ambietal
A ASA, Articulação no Semi-Árido Brasileiro, é um fórum de organizações da sociedade civil, que vem lutando pelo desenvolvimento social, econômico, político e cultural do semi-árido brasileiro, desde 1999. Mais de 700 entidades dos mais diversos segmentos, como igrejas católicas e evangélicas, ONGs de desenvolvimento e ambientalistas, associações de trabalhadores rurais e urbanos, associações comunitárias, sindicatos e federações de trabalhadores rurais, fazem parte da ASA.
Pela Revitalização do Velho Chico
Brasil-Livre
Os produtos trangênicos são uma ameaça para a diversidade do planeta.
Ah! Plangentes violões, dormentes, mornos soluços ao luar, choros ao vento... Tristes perfis, os mais vagos contornos, bocas murmurejantes de lamentos.
Noites de além, remotas que eu recordo, noites da solidão, noites remotas que nos azuis da Fantasia bordo, vou constelando de visões ignotas.
(...)
Quando os sons dos violões vão soluçando, Quando os sons dos violões nas cordas gemem, e vão dilacerando e deliciando, rasgando as almas que nas sombras tremem.
(...)
Vozes veladas, veludosas vozes, volúpias dos violões, vozes veladas, vagam nos velhos vórtices velozes dos ventos vivas, vãs, vulcanizadas.
Tudo nas cordas dos violões ecoa e vibra e se contorce no ar, convulso... Tudo na noite, tudo clama e voa sob a febril agitação de um pulso.
Um comentário:
VIOLÕES QUE CHORAM...
(Cruz e Sousa)
Ah! Plangentes violões, dormentes, mornos
soluços ao luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
bocas murmurejantes de lamentos.
Noites de além, remotas que eu recordo,
noites da solidão, noites remotas
que nos azuis da Fantasia bordo,
vou constelando de visões ignotas.
(...)
Quando os sons dos violões vão soluçando,
Quando os sons dos violões nas cordas gemem,
e vão dilacerando e deliciando,
rasgando as almas que nas sombras tremem.
(...)
Vozes veladas, veludosas vozes,
volúpias dos violões, vozes veladas,
vagam nos velhos vórtices velozes
dos ventos vivas, vãs, vulcanizadas.
Tudo nas cordas dos violões ecoa
e vibra e se contorce no ar, convulso...
Tudo na noite, tudo clama e voa
sob a febril agitação de um pulso.
(...)
[E faz-se um cara bom de papo.]
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